We Are Jonas Family

@StephanieWhoIAm

Capítulo 2

Não era suficiente. Uma hora e uma ducha fria mais tarde, e o corpo do Tess ainda fervia de
necessidade. Estirada sobre sua cama, seu corpo coberto de suor enquanto lutava por um
orgasmo, amaldiçoou o telefone quando tocou ao seu lado. Fazendo uma careta quando recusou
deter-se Tess o alcançou, agarrando o receptor.
— Olá! — Ela tentou clarear sua garganta, aquietar sua respiração rápida, e esperou poder
justificá-lo se fosse seu pai. Não queria que ele soubesse que sua filha era uma massa furiosa de
hormônios quentes pronta para explodir.
Houve um silêncio breve, como se quem estava do outro lado soubesse suas palavras.
— Sente-se melhor? — rindo, uma profunda, sensual e rouca voz sussurrou as palavras.
Tess avermelhou ante a voz de Cole. Maldito.
— Não estive doente — disse ela entre dentes, seus olhos fechando-se enquanto sua vagina
palpitava. Ela passou seus dedos sobre seus clitóris, sentindo a estimulação aumentada ali.
Maldição, ela poderia gozar somente com sua voz.
— Não, somente tentando te ajudar — disse prazerosamente. — Eu te ajudaria. Tudo o que tem
que fazer é pedi-lo.
Pede-o, pede-o, rogava sua voz interior.
— Em seus sonhos — Ela estremeceu enquanto as palavras saíam de sua boca. Maldito, ele a
punha à defensiva mais rápido que qualquer um que ela conhecesse.
— Me parece que nos teus também — disse ele, de repente sua voz sem brincadeira. — Sei como
sonhas quando estas excitada, Tess. Não tente mentir. Me deixe te ouvir. Se toque para mim.
Tess sentiu seu fôlego estrangular-se em sua garganta
— É um pervertido. - ela lutou por seu próprio controle ante o som daquela voz atrativa. — Não é
o sexo telefônico ilegal?
— Estou certo que a maior parte de que o que quero fazer com você poderia ser chamado ilegal
— riu ele silenciosamente. — Conversemos sobre isso, Tess. Vamos, me diga que o te estava
fazendo. Estas usando seus dedos ou um vibrador?
— Não tenho um vibrador. - Ela apertou seus dentes pela mentira.
— Consolador? — ele sussurrou as palavras acaloradamente. — Está se masturbando, Tess?
Pensando em mim, em quanto te desejo?
— Não! - Ela apertou o fone em sua mão, sacudindo sua cabeça apesar do fato que seus dedos
haviam tornado de repente a descer para sua vagina.
— Eu gostaria de te ver em minha cama, Tess, suas pernas estendidas, suas mãos tocando sua
bonita vagina, se masturbando. Alguma vez te disse que comprei esse consolador que prometi? É
agradável e grosso, Tess. Quase tão grande como meu pênis. Quero te ver usá-lo. Te ver se
masturbando com ele.
— Deus! - ela ofegou. — Estamos no telefone. Isto é indecente. - Mas seus dedos se afundavam
em sua vagina.
- O que estava fazendo antes de eu te ligar, Tess? — Sua voz era rouca, quente. — Sei que
estava se tocando. Conheço o som de sua voz quando está pronta para gozr, e está pronta para
gozar neném.
— Não. - ela tentou negar a verdade óbvia, mas não pôde impedir que seu fôlego lhe entupisse
quando seus dedos roçaram seu clitóris outra vez.
— Filha da puta, Tess — grunhiu ele. — Esta perto, neném? — Sua voz se fez mais profunda. —
Se eu estivesse ai, te faria gritar por isso. Te penetraria tão profundamente e com tanta força
que não seria capaz de pará-lo. Gritaria para mim, Tess. Goze para mim agora, neném. Me deixe
te ouvir.
Sua voz era tão profunda, tão sensual e excitada que fez que seu corpo se contraísse quase
dolorosamente. Seu corpo inclinado se dobrou, sua respiração próxima ao soluço. Lhe trouxe
todos seus desejos mais escuros, suas fantasias mais profundas à vanguarda de sua mente. Isso
a aterrorizava.
— Cole - ela sussurrou seu nome, querendo negá-lo, mas seus dedos não escutavam enquanto
acariciavam seu clitóris, afundavam-se em sua vagina, logo se movian para trás para repetir a
ação.
Estava tão quente que logo não podia suportá-lo. Tão quente que estava a ponto de gritar seu
alívio.
— Estou acariciando meu pênis, Tess, te escutando, imaginando tocar sua suculenta vagina,
desejando estar com você, te olhando usar o vibrador que comprai para você. - Suas palavras
fizeram com que ela ofegasse, que seu corpo se contraísse dolorosamente, que seus quadris se
levantassem para seus dedos se afundarem.
— Não. - Ela sacudiu sua cabeça. Não podia fazer isto.
— Maldição, Tess, quero transar com você — grunhiu ele, sua voz dura. — Quero estar enterrado
tão profundamente e com tanta força dentro de ti que nunca o esquecerá ou me negará outra
vez. Goze para mim, maldição. Ao menos me deixe ouvir o que não posso ter. Se masturbe, Tess,
me dê isso. Esses não são seus dedos enterrados em sua vagina, é meu pênis. o meu, e vou te
penetrar até que grite.
O orgasmo de Tess correu através dela. Estremeceu-se, choramingou, seu corpo rígido ao ponto
de doer antes de que sentisse sua vagina explodir.
— Ah Deus, Cole. - ela gritou seu nome, logo ouviu sua dura exclamação de prazer, sabia que ele
estava chegando, soube que seu clímax tinha provocado o dele.
— Tess — gemeu ele. — Maldição, quando conseguir te agarrar-lhe te comerei até que não possa
andar.
Tess tremeu ante a promessa erótica de sua voz, a sensualidade escura que a aterrorizava, a fez
querer lhe dar tudo o que ele quisesse.
— Não — sussurrou ela, lutando por conservar o fôlego, lutando por conservar a prudência. — Te
pedi para se manter afastado.
Ela queria choramingar, queria rogar.
Havia silencio sobre a linha.
— Me manter afastado? — perguntou-lhe ele com cuidado. — Não acredito, neném. Estive longe
por muito tempo. É minha Tess, e lhe vou demonstrar isso Toda minha. Minha de cada maneira
possível, e antes te condenarei por deixar que siga negando-o.

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951 days ago

Capítulo 2

Não era suficiente. Uma hora e uma ducha fria mais tarde, e o corpo do Tess ainda fervia de
necessidade. Estirada sobre sua cama, seu corpo coberto de suor enquanto lutava por um
orgasmo, amaldiçoou o telefone quando tocou ao seu lado. Fazendo uma careta quando recusou
deter-se Tess o alcançou, agarrando o receptor.
— Olá! — Ela tentou clarear sua garganta, aquietar sua respiração rápida, e esperou poder
justificá-lo se fosse seu pai. Não queria que ele soubesse que sua filha era uma massa furiosa de
hormônios quentes pronta para explodir.
Houve um silêncio breve, como se quem estava do outro lado soubesse suas palavras.
— Sente-se melhor? — rindo, uma profunda, sensual e rouca voz sussurrou as palavras.
Tess avermelhou ante a voz de Cole. Maldito.
— Não estive doente — disse ela entre dentes, seus olhos fechando-se enquanto sua vagina
palpitava. Ela passou seus dedos sobre seus clitóris, sentindo a estimulação aumentada ali.
Maldição, ela poderia gozar somente com sua voz.
— Não, somente tentando te ajudar — disse prazerosamente. — Eu te ajudaria. Tudo o que tem
que fazer é pedi-lo.
Pede-o, pede-o, rogava sua voz interior.
— Em seus sonhos — Ela estremeceu enquanto as palavras saíam de sua boca. Maldito, ele a
punha à defensiva mais rápido que qualquer um que ela conhecesse.
— Me parece que nos teus também — disse ele, de repente sua voz sem brincadeira. — Sei como
sonhas quando estas excitada, Tess. Não tente mentir. Me deixe te ouvir. Se toque para mim.
Tess sentiu seu fôlego estrangular-se em sua garganta
— É um pervertido. - ela lutou por seu próprio controle ante o som daquela voz atrativa. — Não é
o sexo telefônico ilegal?
— Estou certo que a maior parte de que o que quero fazer com você poderia ser chamado ilegal
— riu ele silenciosamente. — Conversemos sobre isso, Tess. Vamos, me diga que o te estava
fazendo. Estas usando seus dedos ou um vibrador?
— Não tenho um vibrador. - Ela apertou seus dentes pela mentira.
— Consolador? — ele sussurrou as palavras acaloradamente. — Está se masturbando, Tess?
Pensando em mim, em quanto te desejo?
— Não! - Ela apertou o fone em sua mão, sacudindo sua cabeça apesar do fato que seus dedos
haviam tornado de repente a descer para sua vagina.
— Eu gostaria de te ver em minha cama, Tess, suas pernas estendidas, suas mãos tocando sua
bonita vagina, se masturbando. Alguma vez te disse que comprei esse consolador que prometi? É
agradável e grosso, Tess. Quase tão grande como meu pênis. Quero te ver usá-lo. Te ver se
masturbando com ele.
— Deus! - ela ofegou. — Estamos no telefone. Isto é indecente. - Mas seus dedos se afundavam
em sua vagina.
- O que estava fazendo antes de eu te ligar, Tess? — Sua voz era rouca, quente. — Sei que
estava se tocando. Conheço o som de sua voz quando está pronta para gozr, e está pronta para
gozar neném.
— Não. - ela tentou negar a verdade óbvia, mas não pôde impedir que seu fôlego lhe entupisse
quando seus dedos roçaram seu clitóris outra vez.
— Filha da puta, Tess — grunhiu ele. — Esta perto, neném? — Sua voz se fez mais profunda. —
Se eu estivesse ai, te faria gritar por isso. Te penetraria tão profundamente e com tanta força
que não seria capaz de pará-lo. Gritaria para mim, Tess. Goze para mim agora, neném. Me deixe
te ouvir.
Sua voz era tão profunda, tão sensual e excitada que fez que seu corpo se contraísse quase
dolorosamente. Seu corpo inclinado se dobrou, sua respiração próxima ao soluço. Lhe trouxe
todos seus desejos mais escuros, suas fantasias mais profundas à vanguarda de sua mente. Isso
a aterrorizava.
— Cole - ela sussurrou seu nome, querendo negá-lo, mas seus dedos não escutavam enquanto
acariciavam seu clitóris, afundavam-se em sua vagina, logo se movian para trás para repetir a
ação.
Estava tão quente que logo não podia suportá-lo. Tão quente que estava a ponto de gritar seu
alívio.
— Estou acariciando meu pênis, Tess, te escutando, imaginando tocar sua suculenta vagina,
desejando estar com você, te olhando usar o vibrador que comprai para você. - Suas palavras
fizeram com que ela ofegasse, que seu corpo se contraísse dolorosamente, que seus quadris se
levantassem para seus dedos se afundarem.
— Não. - Ela sacudiu sua cabeça. Não podia fazer isto.
— Maldição, Tess, quero transar com você — grunhiu ele, sua voz dura. — Quero estar enterrado
tão profundamente e com tanta força dentro de ti que nunca o esquecerá ou me negará outra
vez. Goze para mim, maldição. Ao menos me deixe ouvir o que não posso ter. Se masturbe, Tess,
me dê isso. Esses não são seus dedos enterrados em sua vagina, é meu pênis. o meu, e vou te
penetrar até que grite.
O orgasmo de Tess correu através dela. Estremeceu-se, choramingou, seu corpo rígido ao ponto
de doer antes de que sentisse sua vagina explodir.
— Ah Deus, Cole. - ela gritou seu nome, logo ouviu sua dura exclamação de prazer, sabia que ele
estava chegando, soube que seu clímax tinha provocado o dele.
— Tess — gemeu ele. — Maldição, quando conseguir te agarrar-lhe te comerei até que não possa
andar.
Tess tremeu ante a promessa erótica de sua voz, a sensualidade escura que a aterrorizava, a fez
querer lhe dar tudo o que ele quisesse.
— Não — sussurrou ela, lutando por conservar o fôlego, lutando por conservar a prudência. — Te
pedi para se manter afastado.
Ela queria choramingar, queria rogar.
Havia silencio sobre a linha.
— Me manter afastado? — perguntou-lhe ele com cuidado. — Não acredito, neném. Estive longe
por muito tempo. É minha Tess, e lhe vou demonstrar isso Toda minha. Minha de cada maneira
possível, e antes te condenarei por deixar que siga negando-o.

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