Ana Luíse Duenhas

@ise_duenhas

Corinthianíssima!

Quando criança, sentiamos a cumplicidade no olhar
As brincadeiras, as broncas
No sentar para comer
As fantasias próprias da idade.
Horas de cochicho na cama até pegar no sono.
Fomos crescendo
Junto, o peso da responsabilidade
O distanciamento, outros quereres
Planos que se traçam e se frustram
Sonhos que ficam perdidos na memória
Olhar longe, com receio de cruzar os olhares.
Se perdendo no muito em fazer.
Que o meu entardecer
Seja o seu amanhecer,
Só que esse sol é o mesmo
Eu sou a mesma.
Toda vez que ver uma rosa
Saiba que ela simboliza o amor
Esse, meu irmão, que sinto por você.
Quando sentir uma brisa leve,
Sou eu a te abraçar.
Ao olhar pro mar,
E ele estiver revolto,
é a saudade dentro do meu peito.
A distância é um detelhe.
O pulsar do coração
É a esperança de alcançar o sucesso.
A chegada é a alegria
De ver um irmão a casa retornar.
(Patricia Tieko)

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1202 days ago

Quando criança, sentiamos a cumplicidade no olhar
As brincadeiras, as broncas
No sentar para comer
As fantasias próprias da idade.
Horas de cochicho na cama até pegar no sono.
Fomos crescendo
Junto, o peso da responsabilidade
O distanciamento, outros quereres
Planos que se traçam e se frustram
Sonhos que ficam perdidos na memória
Olhar longe, com receio de cruzar os olhares.
Se perdendo no muito em fazer.
Que o meu entardecer
Seja o seu amanhecer,
Só que esse sol é o mesmo
Eu sou a mesma.
Toda vez que ver uma rosa
Saiba que ela simboliza o amor
Esse, meu irmão, que sinto por você.
Quando sentir uma brisa leve,
Sou eu a te abraçar.
Ao olhar pro mar,
E ele estiver revolto,
é a saudade dentro do meu peito.
A distância é um detelhe.
O pulsar do coração
É a esperança de alcançar o sucesso.
A chegada é a alegria
De ver um irmão a casa retornar.
(Patricia Tieko)

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